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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Fim de semana acompanhado

Com-quem-voce-quer-Parte-1 Que legal! Depois de algum tempo consegui, finalmente, ter um fim de semana ao lado do meu namorado. Confesso que achei que iríamos ter um pouquinho a mais de tempo juntos, que tudo ia começar na sexta e só ia terminar no domingo, mas como não deu, tudo bem! Melhor começar num sábado a noite e ficar 24h juntos a não acontecer nada, não é?

Então, sábado foi a festa de aniversário da Cristiane e, como combinado, ele viria aqui pra casa, se arrumaria e depois iríamos para o salão. E foi assim que acontecendo. A única diferença do planejado para o acontecido foi o horário: ele disse que sairia de casa às 18h mais ou menos e pensamos em chegar na festa por volta das 21h30, só que ele só saiu de casa depois de 19h50 e chegou aqui umas 20h40. Bem depois do que pensei e tal.

Eu fiquei aqui sem saber o que estava acontecendo. Pensei que ele estivesse engarrafado novamente na Av. Brasil, que tivesse acontecido alguma outra coisa qualquer. Quando ele me ligou pensei que ele já estivesse chegando e quando ele falou que estava saindo de casa me desanimei bastante. Fiquei meio tristinho. Resolvi, então, correr no mercado para comprar as coisas para levar para a festa e depois voltar pra casa para me arrumar. Foi o tempo exato para ele chegar.

Assim que entrei em casa e comecei a preparar uma caipirinha a campainha tocou. Era ele chegando. Desci para abrir o portão e voltei pra cozinha pra terminar de fazer o que comecei. Precisava prestar minha singela homenagem a Amy Winehouse que infelizmente morreu no sábado. Precisava começar a beber desde cedo para poder chegar na festa já no brilho, mas isso nem aconteceu. Acabei bebendo e queimando, digamos assim, o álcool aqui mesmo com ele. =x

Pensei: já que estou atrasado, vou me atrasar ainda mais mesmo e aproveitar a companhia do meu namorado aqui em casa, já que estou sozinho. Depois me entendo com a Cristiane. E assim eu fiz. Aproveitei todos os minutos que pude ao lado dele, comendo pão de queijo, bebendo, mexendo na internet, tomando banho, escolhendo a roupa para ir e tudo mais. Foi ótimo!

Quando saímos de casa, já umas 22h30, o povo me procurava. A Lívia me mandava mensagem, o Aurum me ligava. Tudo bem! Eu nunca cheguei a uma festa da Cris tão tarde, mas valeu muito a pena esse atraso. Ficar aqui em casa com o Mozin esse tempo a mais foi tudo de bom.

Já no salão ficamos andando, conversando, bebendo e tal. Tanto eu quanto ele estávamos meio desanimados. Sei lá, não que a festa da Cris estivesse ruim, mas não foi no mesmo pique que foi a festa do ano passado e aí comecei a pensar em voltar pra casa umas 3h30 mais ou menos. Mas acabamos ficando até às 5h. Ele achou que ia ser melhor e eu concordei.

Aqui em casa acabamos namorando um pouquinho mais e fomos dormir. Até então ele deveria dormir pois precisaria acordar cedo para ir para casa. Ele tinha que sair daqui mais ou menos 11h, mas nem foi isso que aconteceu. Ele disse que não queria voltar pra casa, queria ficar comigo um pouco mais, que estava com preguiça e acabamos ficando juntos o dia inteiro. Ele só saiu daqui às 21h. Fiquei tão feliz com esse tempo com ele. É tão bom, mas tão bom mesmo. Uma delícia!

Preciso só comentar que também tive um sonho estranho, que acordei assustado, mas que passou rápido quando vi que ele estava do meu lado e me abraçou. Foi lindo! (o sonho depois eu coloco no www.ikeknuth.com, okay?)

Ah sim, algumas coisas extras aconteceram, mas nada demais. Só uma pequena crise de ciúmes da minha parte por causa do amigo dele. Na verdade nem foi uma crise de ciúmes, mas sim uma exposição do meu ponto de vista a respeito desta amizade. Não tem como eu não ficar enciumado. E como já disse, não é falta de confiança no meu namorado, mas sim uma situação chata que tem acontecido em geral. Não tenho gostado muito de todo mundo – ou quase todo mundo – achar que meu namorado é o namorado do outro ou de alguns comentários que algumas pessoas fizeram por aí de desaprovação do nosso relacionamento. Isso me entristece.

Queria ser aceito por todos, pelos amigos dele. Queria que entendessem que os meus erros do passado ficaram no passado e que não acontecem mais. Queria que eles pudessem me dar uma chance para me conhecer, para saber como eu sou, para saber o que penso, como faço as coisas e tal e não me julgar e me condenar a revelia. Sei lá, tento demonstrar que não ligo muito para isso, mas no fundo ligo sim. Fico triste por saber que sou meio mal visto por essas pessoas e que elas desaprovam tudo que faço, desaprovam o meu namoro e que, em alguns casos, torcem até para que tudo acabe. Enfim, não queria que isso acontecesse.

Bem, depois volto a falar desse assunto. Por enquanto fico por aqui. Acho que já até escrevi demais. =p

sábado, 16 de julho de 2011

Ciúmes: normal quando há motivos para tê-lo

ciume

É engraçado como algumas coisas acontecem: simplesmente não fiz nada para diversas pessoas e simplesmente elas preferem me evitar só por prazer de tentar desestabilizar tudo. Pelo menos é assim que eu vejo, afinal, por mais implicante que eu seja, quando alguém novato se aproxima sempre dou uma chance para que este se apresente e tente fazer uma melhor imagem. Sempre fui assim. Nunca me fechei a alguém desta maneira. Além desta implicância sem fundamento também vejo outra coisa acontecendo, mas que já estou, de certa maneira, acostumado: uma pessoa extra que surge na história e muda um pouco o fluxo das águas.

O primeiro ponto que toquei é uma “reclamação” antiga, uma observação que surgiu desde o início do meu relacionamento, mas que já estava sendo resolvida de uma maneira respeitosa: eu não me meto com a vida de vocês e vocês não se metem com a minha. Fluía mais ou menos assim. Ou pelo menos eu achava que fluía assim até que voltei a perceber que minha imagem continua devastada e que ainda há uma preferência por uma outra pessoa e aí começa o segundo ponto.

Que eu sou ciumento não é novidade. Costumo dizer que sou um ciumento liberal. Não sou daqueles de querer controlar horários, lugares, amizades e tudo mais. Acho que isso é totalmente fail e desnecessário. Não vejo função, não vejo algo importante quando isso acontece, que é a confiança no parceiro. E isso, graças a Deus, eu tenho. Confio nele e creio que ele confia em mim também. Então a questão do ciúme também era controlada. Não tinham gatilhos para detonação de uma crise. Tudo seguia bem.

De uns tempos pra cá algumas coisas começaram a acontecer e isso começou a me incomodar um pouco. Não nasci ontem e, além disso, minha “bola de cristal” adora me passar informações a este respeito. Tudo começou há algumas semanas quando tive um sonho com uma pessoa que eu nem conhecia. Estranho, bastante estranho, só que essa pessoa começou a marcar presença nos meus sonhos e na minha vida. E aí fiquei com aquela questão na minha cabeça: há motivos para eu me preocupar ou posso deixar tudo do jeito que está sem problemas?

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Conversei com o meu namorado a respeito disso e ele falou que eu não precisava ficar preocupado com isso. Que a tal pessoa era só amiga dele e que tudo estava normal como antes, mas no fundo não sentia isso. Eu continuava tendo os sonhos, comecei a ter sensações mais fortes e nada, nem o Rivotril, nem o Seroquel, nem o Toptil, conseguiam me fazer pensar em alguma outra coisa, me desfocar destes pensamentos estranhos que só aumentavam a cada dia que passava. Bastante tenso!

Voltei a conversar com o meu namorado a respeito desse assunto e ele me passou segurança. Me mostrou que talvez eu estivesse “sofrendo” sem necessidade alguma. Eu acreditei e acredito nas palavras dele, mas alguma coisa dentro de mim continuava falando para eu ficar antenado nesta outra pessoa. E essa mesma coisa que me falava para ficar atento dizia que era para eu não sentir raiva, mas apenas observar tudo e que tudo ia se desvendar com o tempo. Isso, óbvio, me gerava uma ansiedade imensa, me deixava totalmente sem controle.

Pois bem, na semana da minha viagem a Porto Alegre, bem no dia da viagem, fizemos quatro meses juntos e saímos para comemorar no dia anterior, afinal não teria como comemorar no dia, infelizmente. Foi uma comemoraçãozinha simples, nada de espetacular, mas valeu a pena. Foi bom estar com ele durante aquelas horas, andar pelo shopping, assistir a um filme que ele queria, quase congelar dentro do cinema, lanchar juntos e tudo mais. Nada tenho a reclamar deste dia. O problema só retornou quando cheguei em casa. Comecei a sentir uma sensação estranha, um aperto no peito, uma tonteira, sentia o meu rosto queimar e tudo mais. Minha pulsação passou da casa dos 100. Achei que tudo fosse por causa da viagem, ansiedade e tal. Fiquei com esses sintomas ainda mais elevados quando ele me mandou uma mensagem dizendo que estava com uma sensação estranha. Isso me desmoronou um pouco. Comecei a ficar com medo, a ter uma sensação de vazio, de perda. Confesso que por um momento achei que quando voltasse de viagem meu namoro estaria terminando e que iríamos apenas oficializar o fim.

Ah sim, esqueci de dizer que tive uma série de pesadelos também nos dias anteriores a viagem e durante também. Foram sonhos nada agradáveis que me deixaram bastante mal, coisas que não quero ficar relembrando para não ficar triste de novo.

Mas enfim, voltando ao que estava falando, eu em Porto Alegre e ele aqui no Rio. Minha crise, vamos chamar assim, só aumentava. Cada dia por lá eu me sentia pior. Era meio desesperador. Vontade de chorar, me sentia mal, meu rosto queimava, ficava tonto, via tudo escurecendo na minha frente, minha pulsação disparava e nada, como já disse, me fazia voltar ao normal. E isso só me deixava pior. Eu queria poder curtir a minha viagem. Queria poder me divertir por lá, queria fotografar tudo e não tinha vontade, não tinha ânimo algum para nada. Era uma aflição enorme que me consumia dia e noite, tudo aparentemente sem explicação. E o que eu poderia fazer? Nada! E como melhorar fazendo nada? Não sei.

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Os piores dias para mim foram domingo e segunda. Eles pareciam que nunca iam terminar. Dias intermináveis, longos, dolorosos e tudo mais e eu não queria atrapalhar a viagem dos meus pais e tentava fingir, tentava demonstrar que tudo estava bem. Não era justo bem no dia do aniversário de casamento deles eu entrar em uma crise, parar com tudo e ficar trancado no hotel. Eles planejaram essa viagem para comemorar a data em família e eu tinha que ser forte para encarar tudo isso, mas que foi tenso e complicado… ah foi.

Na segunda minha angústia era tanta que acabei remarcando meu voo para quarta-feira de manhã. Queria voltar para casa, onde ia me sentir mais seguro, onde ia poder me encontrar com ele, onde ia poder conversar e tudo mais o quanto antes. Não estava aguentando mais ficar lá longe sem saber o que estava acontecendo, sem saber o que ia acontecer, sem saber o que estava acontecendo comigo, dentro de mim. Pode parecer besteira, mas me sinto mais seguro aqui em casa, no meu quarto, com as minhas coisas. É um jeito que eu tenho, que eu gosto e que me faz muitíssimo bem.

De volta ao Rio, tudo foi quase tranquilo no retorno (não vou contar como foi o retorno por não ter necessidade. Depois, quem quiser, me pergunte que eu digo), fiquei aqui esperando a hora dele chegar para me ver. Estava ainda bastante ansioso, mas pelo menos agora eu sabia o motivo: queria matar a saudade que estava sentido e queria conversar com ele para tirar essas coisas ruins da minha cabeça com relação a esta outra pessoa. Achava que só desta maneira tudo ia melhorar para mim e que as coisas iam voltar a rota.

Quando ele chegou aqui desabei de felicidade. Me senti tão mais seguro, tão mais feliz, mesmo com a minha voz falhando em alguns momentos numa mistura de felicidade, ansiedade e outros sentimentos bons e ruins. Tudo que eu queria naquele momento era ficar abraçado com ele e esquecer do resto do mundo, esquecer do restante das coisas. Pensar apenas que eu ia ser feliz ao lado dele e pronto. Não queria mais absolutamente nada. Só queria paz, muita paz, como sempre.

Bem, mas não tinha como ficar só matando a saudade. Precisava conversar com ele, precisava saber dele um pouco mais a respeito destas coisas que estavam acontecendo comigo e tudo mais e essa conversa começou na quarta-feira e “terminou” ontem, quando ele voltou aqui em casa. E depois dela muitas coisas começaram a ficar mais claras para mim. Várias coisas começaram a fazer sentido. Muitas coisas agora possuem uma explicação e tudo mais. Ou melhor, não sei se possuem realmente uma explicação, afinal alguns fenômenos são inexplicáveis, porém, dentro de um limite, de um ponto de vista, agora tenho uma explicação, mesmo que interna, para tudo que senti.

Como desconfiava… esta pessoa que surgiu está interessada no meu namorado. O meu ciúme não foi sem explicação. Não costumo ficar enciumado por ficar. Geralmente quando fico é porque existe alguma coisa extra na história. Eles conversaram a respeito disso no domingo (dia que entrei na crise) e o meu namorado me contou que ele ficou confuso por vários motivos e pensou em pedir um tempo para tentar se localizar com relação a isso tudo (motivo da minha crise ter aumentado na segunda), mas aí ele conversou com duas amigas que o orientaram a não fazer nada do gênero, afinal “trocar o certo pelo duvidoso” não é muito legal. Ele também me disse que não ia trocar nada e que conversou com essa pessoa, que disse para ele que se terminasse comigo não ia ser para ficar com ele, mas creio que essa pessoa deve ter se enchido de esperanças da mesma maneira, afinal não haveria mais impedimentos para nada.

Ainda durante as conversas fiquei sabendo que ele está bem próximo ao meu namorado, bem mais do que imaginava por vários motivos, principalmente por questões de estudos. Também fiquei sabendo que essa pessoa ficou amigo de alguns amigos do meu namorado e que alguns desses amigos até disseram que preferem ele a mim e sugeriram que o meu namorado fizesse uma troca. Absurdo, né?

Agora estou bem mais tranquilo com relação a esse assunto, mas mesmo assim ainda um pouco pensativo. Creio, de verdade, que essa pessoa não está fazendo nada de propósito, afinal não mandamos 100% nos nossos sentimentos. Muitas vezes não somos culpados por alimentar alguma coisa por uma outra pessoa que já é comprometida. É uma situação ruim, delicada, mas que deve ser mantida só para a gente. Não devemos tentar interferir em nada. Não devemos tentar mudar o fluxo das águas. Podemos até tentar tirar proveito da situação, desde que a situação tenha sido criada sem a nossa intervenção, direta ou indireta, ou seja, se acontecer de um término sem a nossa participação não tem problema dar uma investida, mas enquanto a pessoa está comprometida é algo ruim. Que fique bem claro: não estou dizendo que esta pessoa está fazendo isso. Acredito que não esteja. Acredito apenas que ela se interessou, falou e pronto. As coisas que estão acontecendo são por um somatório de fatores extras com uma pitada deste interesse.

Enfim, como já falei demais, pra variar, vou encerrar dizendo que essa situação que estou vivendo me fez perceber que tenho que dar muito mais valor ao que tenho. Talvez esteja sendo uma excelente lição de vida para mim. Nos meus relacionamentos anteriores eu sempre fiz pouco caso, sempre fui 100% confiante e acreditava que se fizessem alguma coisa contra mim eu ia devolver de maneira muito mais devastadora. Desta vez tudo que não quero é fazer isso. Tudo que mais quero é viver em paz ao lado de quem eu aprendi amar, respeitar, defender, proteger e querer sempre mais. Só quero isso. Outras coisas são mínimas quando comparamos a algo maior. Sentir ciúmes é natural, principalmente quando você ouve do seu namorado que ele foi ao cinema duas vezes com a pessoa que está afim dele, mas não é algo que possa atrapalhar de tal maneira a ponto de gerar uma crise, um término ou algo assim. Pelo menos é como eu penso. Penso que isso vai passar, que vamos comemorar muitos meses juntos, muitos anos juntos e que tudo vai ficar perfeitamente bem.

Ah sim, antes de ser acusado de alguma coisa ou que alguém fique com medo de mim queria dizer só mais uma coisa: Eu não tenho raiva desta pessoa. Não desejo mal a ela. Não quero confusão, não quero problemas. Queria, se for possível, ter até mais contato com ela, poder conversar e, quem sabe, me tornar amigo dela também e num futuro rir disso tudo que está acontecendo agora. Talvez aquele trecho da minha oração favorita

fazei que eu procure mais // consolar, que ser consolado // compreender, que ser compreendido // amar, que ser amado // Pois é dando, que se recebe // Perdoando, que se é perdoado

encaixe-se perfeitamente aqui. Não que a tal pessoa seja minha inimiga, afinal nem a conheço. Mas antes que comecem fofocas falando que eu estou fazendo isso ou aquilo, que disse isso ou aquilo, que fui o causador, o semeador da discórdia, já me coloco de braços abertos para abraçar quem quiser. De peito aberto para receber quem tiver que receber. E pelo que ouço falar essa pessoa deve ser bem legal como 99% dos taurinos são.

E é isso. Obrigado pela atenção e tenham uma boa noite!

domingo, 22 de maio de 2011

Cada dia amando mais

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Queria poder chegar aqui e contar um monte de coisas legais, mas é melhor não falar muito não. Não que eu tenha parado de escrever, pelo contrário, tenho escrito bastante. A diferença é que agora tenho feito isso no meu “diário secreto”, ou seja, estou escrevendo tudo só para mim ou para quem eu deixar ler. Super simples, super secreto. Como nem sempre posso falar tudo, essa foi a melhor alternativa.

Sabe como é, às vezes sou obrigado a sacar alguma mentirinha para poder me encontrar com o meu Mozin, sendo assim não posso falar o que faço por aqui. Se contasse elas iam perder o sentido, iriam cair e eu não poderia mais usá-las. Teria que pensar, inventar coisas novas e funcionais para poder encontrar o meu amor. Como não quero mais ficar inventando coisa… ocultar é o melhor caminho.

Pois bem, o que tenho a dizer sobre os últimos dias é que tenho percebido que cada dia que passa gosto ainda mais dele. Fico ainda mais feliz por estar com ele, por ele estar ao meu lado, por ele dizer que me ama, por eu poder falar o mesmo para ele e tudo mais. É algo mágico demais. É algo que me deixa muito feliz. Feliz mesmo. E tudo que eu quero é isso: ser feliz ao lado dele.

Entre as nossas idas ao cinema, nossos passeios pelo shopping, as vindas dele aqui em casa ou seja lá qual for o encontro, tudo fica muito mais legal só pelo fato dele estar comigo. Digamos assim: estou feliz por ter um namorado tão legal e especial como ele. Fico mais feliz quando recebo as mensagens dele de “bom dia” ou aquelas que ele só fala que me ama. Fico muito muito feliz, realizado, quando ele estar comigo, principalmente quando dormimos juntos e eu posso observá-lo dormindo.

Pode parecer um grande besteirol isso tudo, mas para mim é muito importante. Quero tanto fazer bem para ele para poder retribuir o bem que ele me faz. Quero ser o melhor namorado do mundo para ele. Fico sonhando com inúmeras coisas por causa disso, mas confesso que fico com um pouquinho de medo dele não gostar e achar meio patético meu jeito de ser e algumas coisas que eu gostaria de fazer. Como pretendo deixar o medo de lado muito em breve não vou contar o que são essas coisas. Quero fazer de surpresa para ele. Quando ele menos esperar faço tudo e ele, espero, ficará ainda mais feliz. Quero atingi-lo pela fofura de jeito.

Enfim, para terminar só tenho para dizer o seguinte: amor, eu te amo.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Sonhei com você

Antes de qualquer coisa, para situar e não ficar algo estranho: estava em São João da Barra quando tive este sonho. Agora já estou no Rio, em casa. Enfim…

ciume

Tive um sonho com o morzinn ainda lá em SJB. Foi um sonho tão real que me fez acordar irritado, descer e dar uma volta pela casa. Só depois que percebi que tudo foi um sonho e aí me acalmei e voltei pra cama para descansar um pouquinho mais do lado dele.

Como não lembro 100% do sonho, vou falar só as partes que lembro e que foram as mais tensas também. Basicamente sonhei que eu e ele estávamos andando pelas ruas durante o carnaval e aí acabamos passando em frente a casa de um amigo dele que nos convidou para entrar. Entramos.

Estava chovendo, estava tendo festa e tal e ficamos por lá na festinha que rolava. Foi legal até numa hora que ele sumiu e eu fiquei no meio de estranhos meio que isolado.

Depois do sumiço comecei a procurá-lo até que eu o vi num saleta só de sunga dizendo que estava se arrumando para entrar na piscina. Não me importei muito, mesmo achando a situação estranha, afinal não tinha motivo para ele não me contar. Ele foi pra piscina e eu fiquei numa cadeira num lugar coberto.

Tempos depois ele e o amigo saíram da água e foram se arrumar, todos juntos e aí eu fui atrás. Não resisti e aí que começou a confusão. Eu não entrei onde ele estava, mas fiquei vendo tudo por uma janelinha que tinha por lá e aí comecei a ver coisas que não queria.

Inicialmente não teria nada demais, porém um taurino ciumento e possessivo não gosta de ver o namorado tomando banho e se arrumando na frente de outras pessoas, dos outros amigos e tal. Meu lado problemático falou mais alto e invadi o tal vestiário e acabamos discutindo sério por lá.

Ele disse que era palhaçada ficar com ciúmes, que não tinha nada a ver e eu falei que queria saber se fosse eu no lugar dele se ele ia ficar tranquilo e ia entender tudinho. Ele disse que até ia ficar com ciúmes e que ia me entender, mas não precisava ser daquela maneira. Que eu precisava me acostumar com isso. Aí perguntei então se era normal ficar tomando banho junto com outros gays e ficarem naquelas brincadeiras todas.

Para a minha surpresa ele disse que não havia nada demais, que não ia mudar e que aquela crise só ia prejudicar tudo, afinal os amigos dele que estavam lá eram todos heteros, logo não ia acontecer nada.

Acabei ficando muito sem graça por estar discutindo com ele na frente de outras pessoas, todas peladas e tal e eu lá reclamando de tudo o tempo inteiro. O que fiz, então, foi sair batendo a porta do vestiário e fui pra outro canto. Ele foi correndo atrás de mim e voltamos a conversar, ou melhor, a discutir. Foi neste momento em que acordei.

Infelizmente não tinha onde eu anotar os detalhes do sonho e só lembro de algo superficial, mas capaz de dizer o que eu queria, o que sonhei. Acabei parando pra contar isso só agora. Fiquei morrendo de ciúmes de tudo que aconteceu no sonho e acabei achando que fosse algo real. Talvez tenha achado que era real por ter conhecido alguns amigos dele pessoalmente. Acabei confundindo os dois cenários.

Enfim, que bom que nada de errado aconteceu. Não discutimos, só nos divertimos, foi bem legal. Quero outro feriadão para ficarmos juntos o tempo inteirinho. ^^

Love is...
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